SalmosSelect another book
Chapter 72 of 150
- Chapter 1Chapter 2Chapter 3Chapter 4Chapter 5Chapter 6Chapter 7Chapter 8Chapter 9Chapter 10Chapter 11Chapter 12Chapter 13Chapter 14Chapter 15Chapter 16Chapter 17Chapter 18Chapter 19Chapter 20Chapter 21Chapter 22Chapter 23Chapter 24Chapter 25Chapter 26Chapter 27Chapter 28Chapter 29Chapter 30Chapter 31Chapter 32Chapter 33Chapter 34Chapter 35Chapter 36Chapter 37Chapter 38Chapter 39Chapter 40Chapter 41Chapter 42Chapter 43Chapter 44Chapter 45Chapter 46Chapter 47Chapter 48Chapter 49Chapter 50Chapter 51Chapter 52Chapter 53Chapter 54Chapter 55Chapter 56Chapter 57Chapter 58Chapter 59Chapter 60Chapter 61Chapter 62Chapter 63Chapter 64Chapter 65Chapter 66Chapter 67Chapter 68Chapter 69Chapter 70Chapter 71Chapter 72Chapter 73Chapter 74Chapter 75Chapter 76Chapter 77Chapter 78Chapter 79Chapter 80Chapter 81Chapter 82Chapter 83Chapter 84Chapter 85Chapter 86Chapter 87Chapter 88Chapter 89Chapter 90Chapter 91Chapter 92Chapter 93Chapter 94Chapter 95Chapter 96Chapter 97Chapter 98Chapter 99Chapter 100Chapter 101Chapter 102Chapter 103Chapter 104Chapter 105Chapter 106Chapter 107Chapter 108Chapter 109Chapter 110Chapter 111Chapter 112Chapter 113Chapter 114Chapter 115Chapter 116Chapter 117Chapter 118Chapter 119Chapter 120Chapter 121Chapter 122Chapter 123Chapter 124Chapter 125Chapter 126Chapter 127Chapter 128Chapter 129Chapter 130Chapter 131Chapter 132Chapter 133Chapter 134Chapter 135Chapter 136Chapter 137Chapter 138Chapter 139Chapter 140Chapter 141Chapter 142Chapter 143Chapter 144Chapter 145Chapter 146Chapter 147Chapter 148Chapter 149Chapter 150
1Salmo de Asaf. Oh, como Deus é bom para os corações retos, e o Senhor para com aqueles que têm o coração puro!*
2Contudo, meus pés iam resvalar, por pouco não escorreguei,*
3porque me indignava contra os ímpios, vendo o bem-estar dos maus:
4não existe sofrimento para eles, seus corpos são robustos e sadios.
5Dos sofrimentos dos mortais não participam, não são atormentados como os outros homens.
6Eles se adornam com um colar de orgulho, e se cobrem com um manto de arrogância.
7Da gordura que os incha sai a iniquidade, e transborda a temeridade.
8Zombam e falam com malícia, discursam, altivamente, em tom ameaçador.
9Com seus propósitos afrontam o céu e suas línguas ferem toda a terra.
10Por isso, se volta para eles o meu povo, e bebe com avidez das suas águas.
11E dizem então: “Porventura Deus o sabe? Tem o Altíssimo conhecimento disso?”.
12Assim são os pecadores que, tranquilamente, aumentam suas riquezas.
13Então, foi em vão que conservei o coração puro e na inocência lavei as minhas mãos?
14Pois tenho sofrido muito e sido castigado cada dia.
15Se eu pensasse: “Também vou falar como eles”, seria infiel à raça de vossos filhos.
16Reflito para compreender este problema, mui penosa me pareceu esta tarefa,
17até o momento em que entrei no vosso santuário e em que me dei conta da sorte que os espera.
18Sim, vós os colocais num terreno escorregadio, à ruína vós os conduzis.
19Eis que subitamente se arruinaram, sumiram, destruídos por catástrofe medonha.
20Como de um sonho ao se despertar, Senhor, levantando-vos, desprezais a sombra deles.
21Quando eu me exasperava e se me atormentava o coração,
22eu ignorava, não entendia, como um animal qualquer.
23Mas estarei sempre convosco, porque vós me tomastes pela mão.
24Vossos desígnios me conduzirão, e, por fim, na glória me acolhereis.
25Afora vós, o que há para mim no céu? Se vos possuo, nada mais me atrai na terra.
26Meu coração e minha carne podem já desfalecer, a rocha de meu coração e minha herança eterna é Deus.
27Sim, perecem aqueles que de vós se apartam, destruís os que procuram satisfação fora de vós.
28Mas, para mim, a felicidade é me aproximar de Deus, é pôr minha confiança no Senhor Deus, a fim de narrar as vossas maravilhas diante das portas da filha de Sião.
